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A mão no peito. A respiração profunda. “Eu estou bem, vai ficar tudo bem”.  E assim a gente vai levando cada dia, minto, cada novo minuto. O pensar, essa constante consideração do “estou vivo, tá tudo bem”, essa constante vigilância dos menores sinais do corpo, quase nunca para. Na maioria das vezes, ninguém nem percebe que o outro está tendo um ataque de ansiedade. Posso afirmar que – desde que fui diagnosticada como pessoa que possui síndrome do pânico e ansiedade generalizada- eu nunca passei um dia sem considerar o fato de que eu tenho ansiedade. Continuar lendo “algumas coisas que pessoas não ansiosas precisam saber…”